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espetáculos da São Paulo Companhia de Dança
Próximos eventos
Acessibilidade
A SPCD disponibiliza no meio virtual diferentes conteúdos com recursos de acessibilidade, como audiodescrição, Libras e legendas em português. São vídeos que abordam a dança para as crianças, documentário sobre o funcionamento de uma companhia artística e workshop aberto a todos. Além disso, a São Paulo realiza espetáculos acessíveis como modo de ampliar o acesso à arte e à cultura para o público em geral.
Videodanças SPCD
Ao longo dos anos, a São Paulo Companhia de Dança tem desenvolvido diferentes obras clássicas e contemporâneas em um diálogo fino entre a dança, a música e o audiovisual. Alguns destas criações, que contam também com o entrosamento entre os artistas da SPCD e de outras instituições do Estado de São Paulo estão disponíveis gratuitamente para serem assistidas de modo online.
Vídeos
Gala Clássica
Nkali
Marmórea
Repertório
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Manoela Belinello
Aperture (2026)
Coreografia: Edward Clug Remontadora: Chloé Albaret Música: Milko Lazar Figurino: Leo Kulas Iluminação: Tom Visser Assistente de Iluminação: Daan de Boer Cenógrafo: Marko Japelj Elenco: […]
Aperture (2026)
Coreografia: Edward Clug Remontadora: Chloé Albaret Música: Milko Lazar Figurino: Leo Kulas Iluminação: Tom Visser Assistente de Iluminação: Daan de Boer Cenógrafo: Marko Japelj Elenco: 6 bailarinos Estreia mundial: 2019, NDT1, Holanda Estreia pela SPCD: 2026 | Barueri, São Paulo/SP – Brasil
Aperture investiga a intimidade humana, revelando, em cena, a dinâmica do desejo entre corpos — sua construção, transformação e possível desaparecimento. Com uma linguagem coreográfica precisa e sensível, a obra expõe as nuances da atração e da vulnerabilidade, conduzindo o público por uma experiência ao mesmo tempo íntima e universal. Concebida a partir do olhar do espectador, a coreografia estabelece uma analogia entre a íris — que se expande e se contrai — e a abertura de uma câmera, fazendo do palco um espaço que se revela e se retrai sob observação.
O espaço proposto na obra não é literal, mas mental, um campo de encontros no qual os intérpretes negociam continuamente distância e proximidade, atração e afastamento. Nesse contexto, diferentes dinâmicas de desejo e poder se estabelecem, revelando estratégias individuais e modos distintos de se relacionar. Em vez de uma narrativa fixa, Aperture se desenvolve por meio de situações que surgem e se dissolvem, estruturadas por um sofisticado sistema de ação e reação, no qual cada gesto desencadeia novas respostas sob uma superfície aparentemente leve e fluida.
Criada originalmente em 2019, a peça ganha nova montagem e reestreia pela São Paulo Companhia de Dança em 2026. Para Clug, remontar a obra não é um ato de repetição, mas de renovação: “a peça passa por diferentes corpos, diferentes sensibilidades culturais e, inevitavelmente, revela algo que eu não sabia que estava lá”, reafirmando sua potência estética e relevância no repertório contemporâneo.
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Iari Davies
EST.AÇÃO (2026)
Coreografia: Lili de Grammont Música: Ed Côrtes Figurino e adereços: Marco Lima Iluminação: André Boll Elenco: 14 bailarinos Duração: 26min 40seg Estreia: 2026 | Teatro […]
EST.AÇÃO (2026)
Coreografia: Lili de Grammont Música: Ed Côrtes Figurino e adereços: Marco Lima Iluminação: André Boll Elenco: 14 bailarinos Duração: 26min 40seg Estreia: 2026 | Teatro Municipal Manoel Lyra, Santa Bárbara d’Oeste/SP - Brasil Em EST.AÇÃO, segunda obra de Lili de Grammont para a São Paulo Companhia de Dança, corpos circulam entre chegadas e partidas, atravessados por forças que mudam sem pedir licença. Segundo a coreógrafa, três sistemas organizam a dramaturgia da obra: "Uma estação de trem, uma estação de rádio e uma estação meteorológica. Mais do que lugares, são dispositivos de observação da experiência humana. Neles, pessoas, sinais e atmosferas coexistem em permanente estado de deslocamento", fala a coreógrafa. Entre humor, tensão e celebração, EST.AÇÃO investiga o tempo, a comunicação e a inevitabilidade da transformação, porque talvez sejamos todos estações temporárias por onde vidas, memórias e afetos apenas passam. -
Iari Davies
O Som da Chuva (2026)
Coreografia: Joëlle Bouvier Músicas: Lucas Warin (criação e produção) com músicas de Alfred Schnittke (1934–1998); Percussion Brazil, Lucas Warin, Francisco Canaro (1888–1964), Ivo Pelay (1893–1959); […]
O Som da Chuva (2026)
Coreografia: Joëlle Bouvier Músicas: Lucas Warin (criação e produção) com músicas de Alfred Schnittke (1934–1998); Percussion Brazil, Lucas Warin, Francisco Canaro (1888–1964), Ivo Pelay (1893–1959); Octavio Barbero (n/d–1948), Carlos Pesce (1901–1975); Johann Sebastian Bach (1685–1750); Giya Kancheli (1935–2019) Luiz Bonfá (1922–2001) e Antonio Maria (1921–1964). Figurino: Fábio Namatame Iluminação: Caetano Vilela Duração: 30 min Elenco: 11 bailarinos Pré-estreia: 2026 | Teatro Municipal José de Castro Mendes, Campinas - SP Estreia: 2026 | Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo - SP Após o sucesso nacional e internacional de Odisseia, Joëlle Bouvier cria sua segunda obra para a São Paulo Companhia de Dança. Em O Som da Chuva, a coreógrafa constrói um percurso poético sobre estados emocionais provocados pelo amor, a partir de figuras femininas marcadas pelo desejo, pela memória e pela metamorfose. Inspirada pela potência dos bailarinos da SPCD e pela força da natureza brasileira, a criação apresenta quadros cênicos conduzidos pelos movimentos e pela presença dos intérpretes. Elementos simples — como balões, tecidos, objetos cotidianos e um antigo gramofone — compõem um universo visual delicado e onírico. A trilha sonora reúne trechos de obras de Alfred Schnittke (1934–1998), Johann Sebastian Bach (1685–1750), Gija Kancheli (1935–2019), Francisco Canaro (1888–1964), Juan d’Arienzo (1900–1976), Luiz Bonfá (1922–2001), Antonio Maria (1921–1964) e Lucas Warin. Paisagens sonoras de tempestade, vento, chuva e pássaros ampliam a dimensão sensorial da cena e conduzem atmosferas que transitam entre melancolia, humor, delicadeza e intensidade dramática. Os figurinos leves e sobrepostos assinados por Fábio Namatame, em diálogo com a iluminação de Caetano Vilela, reforçam o ambiente poético e imaginativo da cena. Sem recorrer a uma narrativa linear, a obra aproxima abstração, teatralidade e poesia visual, percorrendo estados entre sonho, memória, transformação e imaginação.



