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Memória | Depoimentos Públicos
Ivonice Satie (1950-2008)
Fotos: Isaumir Nascimento
Depoimento público gravado em 8 de abril de 2008, no Teatro Franco Zampari, em São Paulo. Figuras da Dança 2008
Quando eu vim para São Paulo foi que assisti televisão pela primeira vez. Aí vi uma menina dançando, e foi amor a primeira vista.
Para mim o bailarino não é aquele que executa, é aquele que passa para o publico alguma coisa além da execução.
Quando o público recebe isso, ele não esta recebendo sua técnica, ele esta recebendo sua alma.
O balé clássico é muito lindo, romântico, mas ele fala de coisas que a gente não vive mais.
Eu sempre fui muito persistente, eu não sei que nome dar a isso além de uma persistência em querer chegar no meu melhor. Acho que isso fez com que eu conseguisse transpor as várias barreiras que o balé clássico coloca em nós bailarinos.
Adoro ajudar o bailarino a entrar em cena e poder olhar o potencial dele e juntar ao meu.
Desde criança eu sentia um conflito: hora eu tinha que ser gueixa, hora eu tinha que ser cabocla para sobreviver nesse país.
Com o meu avô eu aprendi a arte do sabre, a arte de enfrentar o desconhecido. E junto com a arte do sabre eu aprendi também a dança do samurai.
Na primeira oportunidade que eu tive eu fiz uma fusão das artes marciais com a dança moderna, e assim nasceu Shogun.
Diadema me mostrou que minha arte vai muito além do palco e que todos os corpos podem dançar.
Eu sou diretora, coreografa e bailarina, isso me deixa muito feliz, porque me leva ao palco e me dá a possibilidade de continuar movendo esse corpo. A coisa que eu mais gosto de fazer é estar no palco. É o lugar onde eu me sinto mais feliz até hoje.
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