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Memória | Depoimentos Públicos
Hulda Bittencourt (1934)
Fotos: Reginaldo Azevedo
Depoimento público gravado em 5 de maio de 2009, no Teatro Franco Zampari, em São Paulo. Figuras da Dança 2009
Eu queria ser artista, só não sabia qual canal, mas queria aparecer.
Dancei muito na televisão, aprendi muito porque tudo era improvisado. Comecei a me aperfeiçoar e a partir daí eu vi que poderia ensinar.
Me orgulho de ter um marido que sempre aprovou. Persegui o meu sonho, ele perseguiu também.
Apesar de falarem que eu sou linha dura, eu tenho um coração absolutamente mole, daquelas de chorar só por escutar uma música mais bonita.
O Quebra-Nozes foi uma das criações que deu certo, é só ela que eu faço de clássico.
A Companhia foi crescendo, foi abrindo espaço no Brasil e logo em seguida no exterior. Me vi com uma companhia na mão. Eu tinha que fazer ela acontecer. Se tivesse que começar de novo iria pelo mesmo caminho.
Tinham pequenas companhias que começaram a se juntar, a fazer trabalhos, convidando coreógrafos, isso na época foi uma revolução e a dança fez um boom.
Eu nunca quis ter coreógrafos residentes, eu optei por ter coreógrafos convidados, porque é muito mais rico para os bailarinos e interessante para o público ver um programa sempre diversificado.
Não dispenso uma orquestra de forma nenhuma, acho que música ao vivo é tudo.
Não existe arte sem paixão. Em qualquer área. Se não tiver paixão, mude de profissão.
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