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Memória | Depoimentos
Eva Schul
Fotos: Diego Bandeira e Equipe SPCD

Quanto mais eu conseguir espalhar ou contaminar pessoas com esse bichinho de instigação, de curiosidade, de provocação, mais feliz eu vou ser. Não adianta eu me fechar em um lugar, um espaço e trabalhar com um único grupo porque limita muito.
Eu gosto muito de falar sobre humanidades. O que o ser humano é hoje em relação ao mundo que ele vive. Gosto muito de falar também do lado feminino.
Eu gosto muito da troca. Eu acho que eu não consigo ser dona de nenhuma verdade, não consigo achar que sou algum gênio e que minha obra é excepcional ou que o que eu faço é melhor do que os outros fazem.
As contribuições que o outro pode me dar sempre foram fundamentais para mim. Eu trabalho como coreógrafa nessa troca, desde o início. Então eu sempre achei que era fundamental que as pessoas fossem capazes desde o início de serem criadoras, de ter sua própria voz.
Considero que minha grande obra é ser mestra, professora, e gosto muito porque é o que dá maior retorno.
Estudo muito. Até hoje. Sempre gostei de estudar. Acho que nós nunca paramos de aprender. E a pessoa que tu achar que não sabe nada, pode te mostrar coisas, pode ensinar coisas, até o que não fazer. Ou seja, estamos sempre aprendendo e acho que é essa a tarefa do mestre, ouvir mais do que dizer. Porque só pode dizer, só vai ter conteúdo para dizer se ouvir muito.
Você constrói a tua vida em torno da dança e não a dança em torno da tua vida. Eu fui nômade por muito tempo, porque a dança me levava para muitos lugares. Eu acho que poderia dizer que a dança é a minha essência. É aquilo para que eu dediquei a minha vida.
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