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Memória | Depoimentos Públicos
Carlos Moraes (1936)
Fotos: Emidio Luis | Arquivo Pessoal
A Bahia sempre tem histórias nas vidas das pessoas. As pessoas aqui são muito diferentes. Isso me fez viver e perder certo preconceito que eu tinha de que isto é bom e isto não presta. Na Bahia tudo é bom e nada presta.
Eu gostava (de dar aulas). Me chamavam eu ia correndo. Eu dei aula em todas as escolas daqui.
Bailarino a gente faz assim: “Você entra daí. Quando esse dois se encontrarem no meio, você e você entram. Chegamos aqui e batemos as palmas um no outro, fazemos qualquer coisa. Dois giros pelo chão... Um sai pra lá, outro sai pra cá enquanto outro entra lá atrás.”
Eu vou muito pela palavra. Eu gosto da palavra. Ela se encaixa e se incorpora. Ela incorpora... A palavra incorpora.
“O que é dançar, Carlinhos?”
“Viver!”
Eu terminei um curso de piano e fui tocar numa aula de música da Tony Petzhold, a professora mais antiga do Brasil. Até o dia que eu fui para o Rio de Janeiro passear e fui aluno de uma russa chamada Eugênia Feodorova e Tatiana Leskova. A Eterna Tatiana Leskova.
Eu ia dar aula na escola da Dalal (Ashcar) e a (Tatiana) Leskova também dava aula. Aí eu dei minha aula e sentei, então a Dalal começou a conversar comigo, dizendo que precisava de gente na Bahia: “Você vai ficar um mês lá.”
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