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PRODUÇÃO

Criações

SUÍTE DE RAYMONDA (2017)

Suite de Raymonda
Foto: Wilian Aguiar
Coreografia: Guivalde de Almeida a partir do original de 1898 de Marius Petipa
Música: Raymonda, de Alexander Glazunov (1865-1936), executada pela Orquestra Filarmônica
de Nice, com regência de Klaus Weise e Orquestra Sinfônica de Moscou, com regência de Alexander Anisimov
Figurino: Tânia Agra
Iluminação: Wagner Freire
Design gráfico da projeção: Cyro Menna Barreto | Maquiagem: Guto Sargo
Estreia mundial: 19 de janeiro de 1898, Teatro Maryinski, São Petersburgo, Rússia
Estreia pela SPCD: 1 de junho de 2017, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo, Brasil

Esta remontagem de Guivalde de Almeida para o Ateliê de Coreógrafos Brasileiros 2017 da SPCD, parte da versão original de 1898 de Marius Petipa (1818-1910) e integra o terceiro ato da obra. Em cena assistimos ao casamento de Raymonda com João de Brienne. “O meu principal objetivo nesta remontagem foi o de manter a essência da obra, o estilo, atrelado à identidade dos bailarinos da Companhia. É uma dança virtuosa, pontuada por muitas variações e o que singulariza sua criação no cenário da dança é a união entre a dança clássica acadêmica com a dança a caráter, que vemos ao mesmo tempo na cena”, fala o remontador



PRIMAVERA FRIA (2017)

Primavera Fria
Foto: Arthur Wolkvier
Coreografia, palco e figurino: Clébio Oliveira
Música original: Matresanch
Iluminação: Mirella Brandi
Estreia mundial: 1 de junho de 2017, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo, Brasil

Segundo Clébio Oliveira, Primavera Fria examina a anatomia de uma ruptura inesperada. É uma jornada do corpo pela perda do objeto amoroso enquanto experiência psíquica e neurológica. Desejo, narcisismo, inadequação corporal, vulnerabilidade. A obra propõe um mapeamento afetivo-sensorial do corpo em nosso cérebro. “A perda do objeto amoroso é um tema que há séculos inquieta e inspira pensadores, poetas e artistas. Mas longe de constituir uma experiência metafísica, essa perda é vivenciada no corpo por meio de um intrincado encadeamento bioquímico sofrido e produzido pelo cérebro humano. Buscamos antever e planejar, bem como compreender o mundo a nossa volta, as pessoas e, principalmente, a nós mesmos, a partir de racionalizações. No campo afetivo, buscamos a felicidade e ansiamos por relações amorosas sólidas ainda que inexoravelmente forjadas pela fantasia. Nossa busca por controle cai por terra quando somos atravessados pela paixão ou pela dor de sua rotura”, fala o coreógrafo. Esta é sua terceira criação para a SPCD (Céu Cinzento, Coreogravity).



NGALI... (2016)

Six Odd Pearls (2016)
Foto: Wilian Aguiar
Coreografia: Jomar Mesquita com colaboração de Rodrigo de Castro
Músicas: Por Toda a Minha Vida, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes cantada por Cibelle; Melancolia e Uma Canção pra Você (Jaqueta Amarela), de Assucena Assucena executada por As Bahias e a Cozinha Mineira; Segunda Chance, composta e executada por Johnny Hooker; Volta, de Lupicínio Rodrigues cantada por Adriana Calcanhoto; O Desejo Do Desejo Do Desejo, de Celso Sim e Pepe Mata Machado; Vai Saber, de Adriana Calcanhoto cantada por Marisa Monte.
Figurino: Fernanda Yamamoto
Iluminação: Joyce Drummond
Estréia pela SPCD: 2016, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo, Brasil

Segunda criação de Jomar Mesquita para a SPCD, a obra tem como referência a peça teatral La Ronde, de Arthur Schnitzler - escrita em 1897, a obra retrata diferentes relações amorosas que incluem um terceiro – e traz elementos da dança dois a dois para retratar as diferentes formas de amar. Ngali é uma palavra de origem aborígine da Austrália Ocidental, cujo significado, sem correspondente em outro idioma, é: "nós dois, incluindo você". Em oposição a outro pronome da mesma língua - Ngaliju - que quer dizer: "nós dois, excluindo você".



Six Odd Pearls (2016)

Six Odd Pearls (2016)
Foto: Wilian Aguiar
Coreografia: Richard Siegal*
Músicas: Jean-Philippe Rameau (1683-1764); Suite em D Minor/Major I. Les Tendres Plaintes, Suite em E Minor V. Le Rappel des Oiseaux, Suite em E Minor IX. Tambourin, Suite em E Minor III. Gigue en rondeau I, Suite em D Minor – Major III. Le Soupirs e Suite em A Minor – Major VII, interpretadas por Tzimon Barto.
Figurino: Simone Mina
Iluminação: Gilles Gentner
Estréia pela SPCD: 2016, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo, Brasil
*Richard Siegal é representado por Verlag der Autoren, Frankfurt, Germany I choreography@verlagderautoren.de
Duração: 25 minutos e 10 bailarinos

Inspirado pelas composições barrocas de Jean-Phippe Rameau (1683-1764), o coreógrafo Richard Siegal criou esta peça para a SPCD. É uma coreografia suave, delicada e dinâmica na qual a dança clássica aparece sobreposta a outros acentos, trazendo a ideia de ruptura e desconstrução de padrões. O figurino de Simone Mina e a luz de Gilles Gentner dialogam com a proposta do coreógrafo utilizando referência do barroco em materiais e desenhos contemporâneos. “É como transpor os séculos. Este é um trabalho que atualiza essa música ao modo do século 21 e não mais do século 18”, fala o coreógrafo.



Pivô (2016)

Pivô (2016)
Foto: Michelle Molina
Coreografia: Fabiano Lima
Música: Quem sabe? (1859) cantada por Adriana de Almeida e executada ao piano por Olinda Allessandrini e Bailado dos Índios da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes (1836-1896), executada pela Orquestra do Teatro Municipal de São Paulo, sob regência de Armando Bellardi.
Figurino: Cássio Brasil
Iluminação: Guilherme Paterno
Estreia pela SPCD: 2016, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo, Brasil
Duração: 16 minutos e 5 bailarinos

Criada para o Ateliê de Coreógrafos 2016, a obra se vale de referências do basquete, do hip-hop e da dança contemporânea. Com músicas de Carlos Gomes, a coreografia traz para a cena o ambiente brasileiro com sonoridades conhecidas. O figurino de Cássio Brasil dialoga com a luz de Guilherme Paterno e evidencia as diferentes camadas de cor da obra. “É uma coreografia de troca e percepção para entendermos como essa dança passa de um corpo para o outro. Gosto de trabalhar com elementos cênicos, dá identidade aos meus trabalhos”, diz Fabiano. A obra foi premiada com o terceiro lugar na escolha do júri como Melhor Espetáculo de Dança de 2016 em enquete promovida pelo Guia da Folha.



Epiderme (2015)

EPIDERME (2015)
Foto: Wilian Aguiar
Coreografia e figurino: Binho Pacheco
Música: Johann Sebastian Bach (1685-1750)
Iluminação: Guilherme Paterno
Estreia pela SPCD: 2015, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo, Brasil
Duração: 13 minutos e 12 bailarinos

“Epiderme” é a mais nova criação de Binho Pacheco para o Ateliê de Coreógrafos Brasileiros da São Paulo Companhia de Dança. A obra explora as fronteiras entre o interior e exterior do ser humano, tendo a pele como objeto de reflexão. “Parto de um olhar científico, de camadas, órgãos e terminações nervosas, para um mundo de sensações latentes, em que o público é envolvido pelos acordes de Bach e por uma coreografia jovem e provocante, que ao mesmo tempo conecta e separa esses universos”, fala o coreógrafo. Os bailarinos aparecem em situações de constante desafio, buscando maneiras de reencontrar o equilíbrio e as formas, que se desfazem à cada instante e no contato entre essas peles que, ora se atraem com suavidade e delicadeza, ora se repelem com violência.



O Sonho de Dom Quixote (2015)

O Sonho de Dom Quixote
Foto: Wilian Aguiar
Coreógrafia: Márcia Haydée
Músicas: Ludwig Minkus (1826-1917) e Norberto Macedo (1939-2011)
Figurinos: Tânia Agra
Cenário: Hélio Eichbauer, com imagens de oito desenhos de Candido Portinari*
Iluminação: José Luiz Fiorruccio
Poemas: Carlos Drummond de Andrade
Consultoria da leitura dos poemas: Marcio Aurélio
Voz off: Leopoldo Pacheco
Estreia pela SPCD: 2015, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo, Brasil
Duração: 85 minutos e 39 bailarinos
*Os direitos de reprodução das obras foram gentilmente cedidos por João Candido Portinari.

É uma obra colorida, vibrante e com muito humor. O balé conta as aventuras de Dom Quixote, um sonhador visionário, que se dispõe a combater “o erro, o falso e o mal de mil semblantes” e encontrar sua dama perfeita Dulcinéia; e a história do amor quase impossível de Kitri e Basílio, uma vez que ela estava prometida por seu pai a Gamache, um rico comerciante. Camponeses, toureiros e ciganos ajudam a compor a obra. Com a cumplicidade de Dom Quixote, o casamento dos apaixonados se realiza e é comemorado por todos. Dom Quixote é um dos mais populares balés em todo o mundo. A versão especial de Márcia Haydée para a SPCD mantém alguns momentos reconhecíveis desta obra - criada originalmente por Marius Petipa (1818-1910) em 1869 e inspirada em um capítulo da obra de Miguel de Cervantes (1547-1616) com música composta por Ludwig Minkus (1826-1917) – ao mesmo tempo em que as atualiza com cenografia de Hélio Eichbauer e desenhos de Candido Portinari (1903-1962), figurinos de Tânia Agra, luz de José Luiz Fiorruccio, composições de Norberto Macedo (1939-2011) e poemas de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987). Uma obra para se encantar e se apaixonar.



Litoral (2015)

Litoral
Foto: Wilian Aguiar
Coreografia: Maurício Wainrot
Músicas: Raul Barboza (La Tierra Sin Mal, Invierno en Paris e Serie de Oro: Grandes Exitos) e Pedro de Cervi (El Vestido Celeste)
Assistente de coreografia: Laura Marini
Figurino: Graciela Galán
Iluminação: Domingos Quintiliano
Estreia pela SPCD: 2015, Teatro do Engenho "Erotídes de Campos", Piracicaba, Brasil
Duração: 30 minutos e 14 bailarinos

Litoral, de Maurício Wainrot se inspira nas músicas de Raul Barboza e Pedro de Cervi cujos ritmos regionais argentinos tem ressonância em músicas do sul do Brasil. O elenco se alterna em duos, trios e conjuntos com uma movimentação ondulada que evidencia a linguagem do coreógrafo que se vale do popular e erudito para criar uma dança vibrante e festiva, com contrapontos suaves e densos. "Litoral é uma região de grandes rios na Argentina, de terra vermelha, com uma floresta cheia de árvores, pássaros e ruídos formada pelas províncias de Santa Fé, Misiones, Formosa, Entre Ríos, Corrientes e Chaco. As bordas desses rios que chamamos de Litoral se encontram, se contaminam e sofrem influências de diferentes lugares", fala o coreógrafo.



Céu Cinzento (2015)

Céu Cinzento
Foto: Juliana Hilal
Coreografia e figurino: Clébio Oliveira
Música Original: Matteo Nicolai
Iluminação: Mirella Brandi
Estreia pela SPCD: 2015, Teatro José de Castro Mendes, Campinas, Brasil
Duração: 14 minutos com 2 bailarinos

Criada para o Ateliê de Coreógrafos Brasileiros da SPCD, Céu Cinzento, de Clébio Oliveira, aborda o eterno tema dos amores impossíveis presente no imaginário coletivo e representado em obras como Romeu e Julieta, de William Shakespeare. A coreografia se inspira nessa história e questiona: qual seria o rumo da tragédia se os amantes ficassem cegos em vez de morrerem? “Na obra, o final trágico dos amantes dá lugar a essa nova versão e, dentro dessa perspectiva, o casal se perde numa espécie de labirinto e tenta de forma desesperada se encontrar. A peça traz à tona a necessidade do movimento como forma integradora dos sentidos”, fala o coreógrafo.



GEN (2014)

Gen
Foto: Arthur Wolkovier
Coreografia: Cassi Abranches
Assistente de coreografia: Ana Paula Cançado
Música original: Marcelo Jeneci e Zé Nigro
Figurino: Janaina de Castro
Iluminação: Gabriel Pederneiras
Estreia pela SPCD: 2014, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo, Brasil 
Duração: 19 minutos com 14 bailarinos

Cassi Abranches parte de memórias corporais e dos impulsos da trilha de Marcelo Jeneci e Zé Nigro para criar GEN. “A obra marca a minha saída dos palcos para ser coreógrafa. Ainda tenho referências físicas do que eu vivi no Grupo Corpo, mas procuro a minha linguagem em cada criação. Convidei para o processo criativo pessoas da minha geração para começarmos um novo tempo. É início, começo, recomeço”, revela a coreógrafa. A obra integra o Ateliê de Coreógrafos Brasileiros 2014 da SPCD.



Bingo! (2014)

Bingo
Foto: Silva Machado
Coreografia e Figurino: Rafael Gomes*
Trilha Remixada: Dj Hisato com edições de The End, Jim Morrisson, 
The Solo Tempist, de Vic Firth e Take Five, de Paul Desmond
Cenógrafo: Kleber Matheus
Iluminação: Wagner Freire
Estreia pela SPCD: 2014, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo, Brasil 
* Os bailarinos vestem coleção de Alexandre Herchcovitch
Duração: 20 minutos com 15 bailarinos

Inspirado por fotografias de Otto Dix e imagens da década de 50, Rafael Gomes criou Bingo!, para o Ateliê de Coreógrafos Brasileiros, da SPCD. "É um cassino clandestino em que se revelam diferentes personagens e situações, desde uma mulher bem vestida a casais que brigam, a violência e o sexo proibido. Os bailarinos são peças do jogo do bingo que são sorteadas aleatoriamente", fala o coreógrafo. Ao som de música de rock, jazz e funk tocadas por tímpanos e remixadas por Hisato, a peça é entrecortada por luzes de neon de Kleber Matheus e pela ambiência de Wagner Freire que criam diferentes sensações. Os bailarinos vestem coleção de Alexandre Herchcovitch, escolhida pelo coreógrafo.



Le Spectre de La Rose (2014)

Le Spectre de la Rose
Foto: Clarissa Lambert
Coreografia: Mario Galizzi a partir do original de 1911 Michel Fokine (1880-1942)
Música: Carl Maria von Weber (1786-1826)
Cenário e figurinos: Fabio Namatame
Iluminação: Wagner Freire
Estreia da obra de Michel Fokine: 1911, Diaghilev’s Ballets Russes, Monte Carlo, Mônaco
Estreia pela SPCD: 2014, Teatro Alfa, São Paulo
Duração: 10 minutos com 2 bailarinos

Um clássico moderno que estabelece uma nova relação entre o homem e a mulher. Aqui, a figura contemplativa e fantástica passa a ser do bailarino, que interpreta o espírito de uma rosa ganhada por uma jovem em sua primeira festa. Ao retornar para casa, ela adormece e sonha com o perfume da flor, que é o mesmo do jovem que a presenteou. Ele aparece em seu sonho como um espectro para dançar com ela. Baseada no poema de Théophile Gautier (1811-1872), este clássico moderno foi criado por Michel Fokine. A música Convite à Dança, escrita por Carl Maria Von Weber (1786-1826) para piano, em 1819, foi orquestrada por Hector Berlioz (1803-1869) em 1841, renomeada de Convite à Valsa.



La Sylphide (2014)

La Sylphide
Foto: Wilian Aguiar
Coreografia: Mario Galizzi a partir do original de 1836 de August Bournonville (1805-1879)
Música: La Sylphide, de Herman Severin Lovenskiold
Cenário: Marco Lima 
Figurinos: Beth Filipecki (personagens), Marilda Fontes (sylphides)
Iluminação: José Luis Fiorruccio
Estreia da obra de August Bournonville: 1836, The RoyalDanish Ballet, Copenhague, Dinamarca
Estreia pela SPCD: 2014, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo
Duração: 60 minutos com 44 bailarinos

La Sylphide, um conto de fadas para todas as idades, é um marco do balé romântico no qual a dupla aparição feminina – sensual e etérea – simboliza a dualidade do corpo e do espírito. A obra é dividida em dois atos: no primeiro vemos a cena dos preparativos para a festa de casamento de James e Effie, e os encontros e desencontros do amor; no segundo encontramos um mundo imaginário permeado de personagens fantásticos como sylphides - seres alados da floresta - e bruxas.



The Seasons (2014)

Luiza e Daniel
Foto: Édouard Lock
Coreografia: Édouard Lock
Música original: The Seasons, Gavin Bryars, publicada pela Schott Music Ltd, e executada ao vivo pela Percorso Ensemble, dirigida por Ricardo Bologna
Cenografia: Armand Vaillancourt
Figurinos: Liz Vandal (mulheres), Édouard Lock (homens)
Estreia pela SPCD: 2014, Teatro José de Castro Mendes, Campinas, Brasil
Duração: 50 minutos com 12 bailarinos

As imagens criadas por Édouard Lock em The Seasons revitalizam o sentido da memória da dança. Na cena se podem observar diversas camadas, que interagem umas com as outras – dança, música, cenário e luz – e criam novas relações, tanto para quem vê, quanto para quem está na cena. Cada gesto tem seu correspondente em um movimento da luz, que corta o espaço como se editasse ao vivo o que se vê. O gestual oscila entre movimentos vigorosos e de muita suavidade. Lentidão e rapidez intensa permeiam as cenas, na velocidade do pensamento, desorientando nossa percepção.



Grand Pas des Deux de O Cisne Negro (2014)

Cisne Negro
Foto: Rogério Alves
Coreografia: Mario Galizzi a partir do original de 1895 de Marius Petipa (1818-1910)
Música: Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-1893)
Figurinos: Tânia Agra
Iluminação: Guilherme Paterno
Estreia da obra de Marius Petipa: 1895, The Imperial Ballet, São Petersburgo, Rússia
Estreia pela SPCD: 2014, Teatro Luiz Mendonça, Recife, Brasil
Duração: 10 minutos com 2 bailarinos

Este duo marca o encontro do príncipe Siegfried com Odile, o Cisne Negro. Filha do feiticeiro Rothbart, ela deseja encantar o príncipe para que ele quebre sua jura de amor eterno a Odete, o Cisne Branco, durante um baile. Para enganá-lo, Odile sutilmente alterna sensualidade e doçura, e deixa transparecer toda sua maldade. Este é um dos grandes momentos do terceiro ato deste balé, um dos mais conhecidos do mundo.



Vadiando (2013)

Vadiando
Foto: Silvia Machado
Coreografia: Ana Vitória
Assistente de coreografia: Renata Costa
Trilha original: Jorge Peña e Célio Barros
Assistente de composição: Natália Fagá
Figurinos: Sonia Ushiyama
Concepção cenográfica e vídeos: Carmen Luz
Desenvolvimento de cenário: Marcos Arruzzo e Alvaro Souza
Edição de vídeos: Guido Marcondes e Carmen Luz
Filme: Alexandre Robatto
Iluminação: Wagner Freire
Estreia mundial: 2013, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo
Duração: 17 minutos com 10 bailarinos 

Inspirada pelo filme Vadiação (1954), de Alexandre Robatto, Ana Vitória criou para a SPCD Vadiando, trabalho impulsionado pela capoeira em diálogo com elementos da dança contemporânea. Cenas do filme permeiam a obra resignificando os corpos, o espaço e o tempo. “Este foi o primeiro filme de dança que assisti e com ele repensei meu corpo e identidade. Para coreografar sempre parto de algo mais biográfico e hoje, 59 anos depois do lançamento, este mesmo filme me permite ir além do seu objeto”, revela a coreógrafa.



Romeu e Julieta (2013)

Romeu e Julieta 2013
Foto: Marcela Benvegnu
Encenação e coreografia: Giovanni Di Palma
Música: Sergei Prokofiev (1891-1953)
Cenário e figurinos: Jérôme Kaplan
Desenho de luz: Udo Haberland 
Dramaturgia: Nadja Kadel
Estreia pela SPCD: 2013, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo
Duração: 90 minutos com 29 bailarinos 

Romeu e Julieta, a clássica tragédia de William Shakespeare (1564-1616), ganha vida no corpo dos bailarinos da São Paulo Companhia de Dança numa versão especialmente criada pelo coreógrafo italiano Giovanni Di Palma sobre a música de Sergei Prokofiev (1891-1953). Dividida em dois atos e dez cenas, conta a história dos jovens Romeu e Julieta, impedidos de viver livremente seu amor por causa da briga entre suas famílias. Uma trágica história de amor e ódio que mantêm-se atemporal e encanta diferentes plateias no mundo todo.



Utopia ou O Lugar Que Não Existe (2013)

Utopia
Foto: Marcela Benvegnu
Coreografia: Luiz Fernando Bongiovanni
Música: Ponteios (Ponteio 18, nostálgico; Ponteio 26, calmo; Ponteio 24, tranquilo; Ponteio 15, incisivo e Ponteio 1, calmo), de Camargo Guarnieri (1907-1993)
Concepção e desenhos de figurinos: Naum Alves de Souza e Miko Hashimoto
Execução de figurinos: Miko Hashimoto
Cenário: Soraya Kölle e Dilson Tavares (TKCeno Cenografia e Produções)
Iluminação: Ligia Chaim
Estreia pela SPCD: 2013, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo
Duração: 11 minutos com 12 bailarinos

Em Utopia ou O Lugar que Não Existe, Luiz Fernando Bongiovanni critica a forma como o belo é associado ao fútil, alienante, paralelo a um universo sem utopias. Na construção do balé, selecionou cinco Ponteios da obra de Camargo Guarnieri, que traduzem os estados emocionais que buscava para a peça, imprimindo à ela um caráter tipicamente brasileiro, influenciado por temas e gestos da música folclórica caracterizados no palco por um solo, um trio e um duo, dando à cena diferentes sentidos. O cenário e o figurino espelham e marcam o espaço em branco em preto.



Peekaboo (2013)

Bailarino Rafael Gomes
Foto: Marcela Benvegnu
Coreografia e figurino: Marco Goecke
Música: Simple Symphony, Benjamin Britten (1913-1976), H.Y.V.Ä e Sininen javalkoinen, com o coral Mieskuoro Huutajat
Execução de figurinos: Thomas Lampertz
Desenho de Luz: Udo Haberland
Dramaturgia e organização: Nadja Kadel
Coprodução: Movimentos Festival Wolfsburg
Estreia pela SPCD: 2013, Wolfsburg, Alemanha
Duração: 19 minutos com 8 bailarinos 

Em Peekaboo, o coreógrafo alemão Marco Goecke lida com ato de esconder e revelar de forma instigante. O título se refere a um jogo infantil conhecido pelas crianças: a pessoa espia (peek em inglês), esconde o rosto e, de repente, reaparece e diz: ‘achou’ ou ‘boo’. Na obra, a sinfonia de Britten combinada com o som do coro finlandês Huutajat, revela contrastes: ao mesmo tempo em que fala de fantasia, traz à tona os medos e a solidão de cada bailarino. O elenco se alterna em solos, duos, trios e conjuntos, a movimentação é rápida e precisa e os intérpretes aparecem e desaparecem misteriosamente da cena. “Tudo é uma questão para se perder e encontrar”, fala o coreógrafo.



Mamihlapinatapai (2012)

Mamihlapinatapai
Foto: Arnaldo J.G. Torres
Coreografia: Jomar Mesquita com colaboração de Rodrigo de Castro
Músicas: Marina de La Riva, composição de Silvio Rodrígues (Te Amaré Y Después); Rodrigo Leão (No Se Nada); e Cris Scabello (Tema final); Cartola e Grupo Planetangos (As Rosas não Falam)
Figurinos: Cláudia Schapira
Iluminação: Joyce Drummond
Estreia pela SPCD: 2012, Teatro GEO, São Paulo, Brasil
Duração: 20 minutos com 9 bailarinos

Mamihlapinatapai trata da relação de desejo entre homem e mulher. Um olhar compartilhado por duas pessoas, cada uma desejando que a outra tome uma iniciativa para que algo aconteça, porém, nenhuma delas age. Este é significado de Mamihlapinatapai, palavra indígena originária da língua yaghan, de uma tribo da Terra do Fogo. O coreógrafo Jomar Mesquita utiliza elementos desconstruídos da dança de salão para criar a peça.



Azougue (2012)

Cena de Azougue
Foto: Arnaldo J.G. Torres
Coreografia: Rui Moreira
Assistente de coreografia: Bete Arenque
Música: Rui Moreira e Lobi Traoré
Figurinos: Eduardo Ferreira
Iluminação: Domingos Quintiliano
Designer Gráfico: Guili Seara
Assistente de designer gráfico: Juarez Tanure
Estreia pela SPCD: 2012, Teatro GEO, São Paulo, Brasil
Duração: 12 minutos com 9 bailarinos

Azougue apresenta características da cultura afro-brasileira marcadas pelo timbre e sonoridade dos tambores. "Azougue é um termo de vários significados, mas a expressão que eu utilizei foi a daquela peculiar esperteza, vinda da região nordeste do país. É a pessoa que está inquieta, que não se deixa abater, que tem uma vibração acima do normal", conta o coreógrafo Rui Moreira. "Utilizei também a relação de azougue com o maracatu rural, no qual os caboclos de lança utilizavam um preparado energético com pólvora à base de cachaça e de uma erva chamada azougue para aguentarem o 'baque' do carnaval e o peso da roupa", explica Rui.



Pormenores (2012)

Pormenores
Foto: Arnaldo J.G. Torres
Coreografia: Alex Neoral
Música: Johann Sebastian Bach (1685-1750) (Andante da Sonata n°2 e Sarabande da Partita n°1, para violino solo)
Figurinos: André Vytall
Iluminação: Binho Schaefer
Assistente de coreografia: Clarice Rêgo
Estreia pela SPCD: 2012, Teatro GEO, São Paulo, Brasil
Duração: 12 minutos com 6 bailarinos

Pormenores é um balé marcado pelos detalhes dos movimentos sobre a Andante da Sonata n°2 e Sarabande da Partita n°1, para violino solo, de Johan Sebastian Bach. "Nesta obra trabalhamos com duos, as alavancas e seus desencadeamentos, que são uma característica forte do meu trabalho e que eu pude dividir com os bailarinos da Companhia", conta Neoral. "É um trabalho é intimista e valoriza a proximidade dos intérpretes".



Bachiana Nº 1 (2012)

Cena de Bachiana
Foto: Wilian Aguiar
Coreografia: Rodrigo Pederneiras 
Assistente de coreografia: Ana Paula Cançado
Música: Bachianas Brasileiras nº1, Heitor Villa-Lobos (1887-1959)
Execução: Violoncelistas da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) com participação especial de Antonio Meneses e regência de Roberto Minczuk (gravação selo BIS, 2003)
Iluminação: Gabriel Pederneiras
Figurinos: Maria Luiza Malheiros Magalhães
Estreia pela SPCD: 2012, Teatro Municipal Dr. Losso Netto, Piracicaba, Brasil
Duração: 20 minutos com 15 bailarinos 

Inspirado pela Bachianas Brasileiras n°1, de Heitor Villa-Lobos, Rodrigo Pederneiras criou uma coreografia em que a dança responde à estrutura íntima da música. Dividida em três movimentos, a obra evidencia a brasilidade, o romantismo e a paixão do nosso povo. Os violoncelos traduzem o gesto em si, e dessa afinação entre som e movimento surge a obra, que ganha acentos particulares no corpo de cada intérprete. Em Bachiana nº 1 a versatilidade dos bailarinos traz novas ênfases à linguagem de Pederneiras.



Inquieto (2011)

Inquieto
Foto: Silvia Machado
Coreografia e iluminação: Henrique Rodovalho
Música original: André Abujamra
Figurinos: Cássio Brasil
Cenografia: Shell Jr.
Execução de cenário: FCR | Fábio Brando
Estreia pela SPCD: 2011, Teatro Paulo Autran, São Paulo
Duração: 23 minutos com 11 bailarinos

Inquieto apresenta três faces do desassossego. Três personagens marcam a cena e pouco a pouco revelam diferentes inquietudes diante do mundo: uma velada, aparentemente imóvel, que transparece em pequenos gestos quase incontroláveis; outra determinada, como uma linha que risca de forma direta todo o espaço da cena; e outra traduzida propriamente em movimento: o corpo em suas diferentes articulações, conexões e sinuosidades expandidas no espaço. No desenvolvimento da peça, o terceiro personagem se desdobra em dez: os movimentos se multiplicam, passam pelos distintos intérpretes, como se fossem um. A música de André Abujamra cria o ambiente e revela as dinâmicas da obra. Imobilidade e movimento, sombra e luz, linhas retas e sinuosas. As polaridades vistas na cena nos instigam a interrogações em torno do espaço e suas possibilidades e invenções revelam um pouco da apreensão cotidiana.



Os Duplos (2010)

Os Duplos
Foto: João Caldas
Coreografia e iluminação: Maurício de Oliveira
Música original: André Abujamra
Figurino: Jum Nakao
Iluminação: Wagner Freire
Concepção e direção de figurinos: Jum Nakao
Criação e realização de figurinos: Bruna Valente, Joceli Oliveira, Juliana Zampini, Patricia Maria Grossi, Roberto Slursarz Filho
Estreia pela SPCD: 2011, T2010, Teatro Guaíra, Curitiba, Paraná.
Duração: 20 minutos com 8 bailarinos

A obra Os Duplos tem como foco a imagem do bailarino que se multiplica ao longo da cena. No ambiente marcado pela luz de Wagner Freire, oito intérpretes procuram desenhar o espaço por meio de seus movimentos e pela própria relação dos corpos. É o duplo de cada um, do outro e do conjunto, que estabelece relações ambíguas. Entram, misturam-se, contaminam-se na busca de um encontro com o outro e consigo. Habitam um tempo particular. Em Os Duplos, os artistas são co-criadores das estratégias apresentadas, cuja assinatura coreográfica é reconhecida pelo movimento e dialoga com o figurino de Jum Nakao e a trilha especialmente composta por André Abujamra.



Passanoite (2009)

Passanoite
Foto: Reginaldo Azevedo
Coreografia: Daniela Cardim
Música: Marcelo Petraglia, Hermelino Neder, Mário Manga e André Mehmari
Figurino: Ronaldo Fraga
Iluminação: Domingos Quintiliano
Estreia pela SPCD: 2009, Teatro Alfa, São Paulo
Duração: 20 minutos com 10 bailarinos 

Passanoite revela um delicado uso da técnica clássica sob o olhar contemporâneo. Baseada em puro movimento, a obra estabelece na compreensão física da música a dramaturgia da cena. A coreógrafa Daniela Cardim cria grandes eixos de movimentos que ecoam nos corpos dos bailarinos e reverberam principalmente nos gestos das mãos e dos braços. O corpo dá visualidade ao espaço. Segundo a coreógrafa, a música é a referência central de suas criações: “ela orienta a estrutura do balé, o tamanho do elenco, as formações de cada momento”. Os figurinos de Fraga são como pontos de luz que pontuam e riscam a cena. A luz de Quintiliano demarca e intensifica os espaços do palco e compõem junto com os movimentos ambiências que marcam a passagem do tempo.



Ballo (2009)

Ballo
Foto: João Caldas
Coreografia: Ricardo Scheir
Música Original: André Mehmari
Encenação, direção de arte, desenho de luz: Marcio Aurelio
Assistente de coreografia: Andrea Pivatto
Assistente de direção: Ligia Pereira
Estreia pela SPCD: 2009, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo
Duração: 34 minutos com 31 bailarinos

O ponto de partida foi o tema de um madrigal de Claudio Monteverdi: Ballo Delle Ingrate - uma alegoria que mostra a punição das mulheres que não se entregam ao amor. As personagens representadas são Amor, Vênus, Plutão, quatro sombras do inferno e oito almas ingratas. A estas Scheir acrescentou Ariadne, como figura que acompanha a ação e lhe acrescenta significados. Em sua peça musical, Mehmari apresenta variações que remetem a diversos momentos da história da música e, assim, propõe um diálogo do antigo com o novo, do moderno com o arcaico. Responsável pela encenação, direção de arte e desenho de luz, Marcio Aurelio concebeu elementos cênicos e dramatúrgicos que se unem à coreografia e à música para compor esta peça que fala de questões centrais para o homem de todos.



Entreato (2008)

Entreato
Foto: João Caldas
Coreografia: Paulo Caldas
Música original: Sacha Amback
Figurino: Raquel Davidowicz
Iluminação: Renato Machado
Assistente de coreografia: Carolina Wiehoff
Vídeo e cenário: Jurandir Muller
Estreia pela SPCD: 2008, Teatro Alfa, São Paulo
Duração: 20 minutos com 4 bailarinos

Entreato nasceu como um desafio proposto ao coreógrafo, de criar uma peça a ser apresentada entre duas obras consagradas do repertório da dança – um entreato. Mas o nome evoca também o filme Entr’acte, de René Clair (1898-1981), diretamente citado na forma de uma projeção de vídeo realizado por Jurandir Muller. Nele, uma bailarina de tutu e sapatilhas de ponta, em lentíssima rotação, cria uma interferência que constitui um olhar deslocado sobre a tradição clássica e uma contagem temporal. Longe de qualquer sugestão óbvia de narrativa,Entreato tem por objeto o próprio movimento, com suas velocidades, lentidões, detenções e deformações.



Polígono (2008)

Polígono
Foto: Reginaldo Azevedo
Coreografia, direção e concepção cênica: Alessio Silvestrin
Música: Johann Sebastian Bach (1685-1750), Oferenda Musical BWV 1079, revisitada pelo conjunto belga Het Collectief
Iluminação: Wagner Freire e Alessio Silvestrin
Cenário e figurinos: Alessio Silvestrin
Assistente de figurinos: Marina Baeder
Criação de arte: Carmela Gross 
Criação de arte Corpo-a-Corpo: Laerte
Confecção de figurinos: Arte & Cia
Construção de cenografia: DMV Serviços e Montagem
Colaboração cenográfica: Mauricio de Oliveira e Ricardo Scheir
Assistente de cenografia: Bruno Anselmo
Assistência de direção: Maurício de Oliveira
Estreia pela SPCD: 2008, Teatro Mário Covas, Caraguatatuba
Duração: 30 minutos com 24 bailarinos

Em Polígono, a dramaturgia parte da Oferenda Musical de Bach exemplificando nos movimentos a estrutura da música. No trabalho, a construção da cena ganha perspectiva no palco construído pelo cenário de painéis e tules. Os elementos se associam, interpenetram-se, contorcem-se, produzindo incessantemente novas configurações. Para Silvestrin, “como um som, na música, é considerado um ponto geométrico, o corpo é um ponto sobre uma superfície plana, que ao se multiplicar gera os segmentos de um polígono.”
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